Outras orientações

O Câncer,o vírus HIV e a AIDS.

O Câncer,o vírus HIV e a AIDS.

O dia primeiro de dezembro é o dia mundial de combate e conscientização comtra a AIDS, doença causada pelo vírus HIV. Os indivíduos infectados pelo vírus HIV têm uma maior propensão de desenvolver câncer. O desenvolvimento de alguns tipos de cânceres marca inclusive a gravidade da doença causada pelo vírus, são as doenças chamadas definidoras de AIDS. 

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Exercícios físicos e câncer.

Exercícios físicos e câncer.

Exercícios físicos são seguros e benéficos para pacientes portadores de câncer de mama e próstata, de acordo com novas evidências, apresentadas no Instituto Americano de Pesquisa do Câncer (AICR).

Há varias evidências que a prática regular de exercícios físicos diminui o risco desenvolvimento de vários tipos de câncer e também ameniza os efeitos colaterais de quem já está em tratamento. Geralmente, os pacientes que estão recebendo quimioterapia, apresentam fadiga e indisposição, levando-os a não realizarem atividades físicas. Entretanto, a prática de exercícios pode levar exatamente ao efeito contrário: diminuição da fadiga e aumento de energia.

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Saúde óssea dos pacientes com câncer.

Saúde óssea dos pacientes com câncer.

Estima-se que nos Estados Unidos 10 milhões de pessoas têm osteoporose e outras 43 milhões baixa densidade óssea. Os números americanos são impressionantes: cerca de uma em cada duas mulheres irão apresentar uma fratura devido à osteoporose. Um em cada 5 homens também irão apresentar uma fratura osteoporótica. O tratamento empregado no tratamento do câncer, principalmente o tratamento hormonal, pode provocar redução da massa óssea.

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A menopausa depois do câncer

A menopausa depois do câncer

A menopausa é a parada dos ciclos menstruais e é oficialmente declarada após 12 meses sem menstruar. As pacientes tratadas de câncer podem ter a menopausa antecipada como consequência do tratamento, seja ele quimioterapia, radioterapia ou cirurgia. Quanto mais velha a paciente menor a chance de ela recuperar a função ovariana após o tratamento e assim voltar a menstruar. Com um grande número de pacientes sobreviventes ao câncer é importante falarmos sobre como amenizar os desconforto deste período nestas pacientes.

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A morfina no controle da dor: nova abordagem.

A morfina no controle da dor: nova abordagem.

A dor certamente é um dos sintomas mais temidos pelos pacientes com câncer. Estudos estimam que aproximadamente 90% dos pacientes com diagnóstico de câncer apresentam dor durante sua doença e que apenas metade desses pacientes recebem o tratamento adequado para aliviar a dor. Existem várias armas para se combater a dor de um paciente com câncer. O uso de medicamentos, dentre os quais se destacam os da classe dos opióides, é parte integrante do tratamento de um grande número de pacientes.

Estudo italiano publicado no Journal of Clinical Oncology em fevereiro de 2016 avalia o uso de doses baixas de morfina em pacientes com câncer e propõe uma abordagem diferente da adotada habitualmente.

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Desafios na vivência da sexualidade em pacientes oncológicos

Desafios na vivência da sexualidade em pacientes oncológicos

No ser humano, a sexualidade está ligada não só à reprodução como também à obtenção de prazer, vontade de viver, intimidade e expressão de sentimentos (MALUF, MACIEIRA, 2008).

Dessa forma, no contexto oncológico, as mudanças físicas e psíquicas e a ruptura de planos futuros e estilo de vida causadas pelo diagnóstico ou tratamento alteram a dinâmica do cotidiano e podem conduzir a perda de prazer e esperança.

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Fertilidade e gravidez nos sobreviventes do câncer

Fertilidade e gravidez nos sobreviventes do câncer

O número de sobreviventes do câncer vem aumentando no mundo. A manutenção da fertilidade e da capacidade de ser pai e mãe são importantes para muitos desses pacientes. Alguns estudos realizados em países desenvolvidos mostram que apenas a metade das pessoas com diagnóstico de câncer recebe um aconselhamento reprodutivo adequado antes de iniciar seu tratamento oncológico.

Nesse artigo tentaremos responder algumas dúvidas frequentes dos pacientes.

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