Todos os post com a tag imunoterapia

Novidades da ESMO: imunoterapia “ preventiva” no melanoma

Novidades da ESMO: imunoterapia “ preventiva” no melanoma

 

O melanoma é o câncer de pele mais agressivo. O risco do melanoma voltar depois da cirurgia aumenta quando ocorre acometimento de linfonodos, as famosas ínguas. Já sabemos que a imunoterapia mudou a história do melanoma metastático. Mas será que a imunoterapia reduz a chance de a doença voltar se feito após a cirurgia? Um estudo apresentado na ESMO tenta responder  esta pergunta.

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Câncer de pulmão: aumento de sobrevida!!

Câncer de pulmão: aumento de sobrevida!!

O congresso europeu de oncologia surpreendeu os participantes. Foram apresentados vários estudos que irão mudar a forma como tratamos os pacientes com câncer. O câncer de pulmão é uma doença silenciosa no seu inicio. Na maioria dos casos é descoberta em uma fase avançada. É a principal causa de morte por câncer no mundo. Por isso ficamos muito felizes quando um estudo mostra ganhos de sobrevida nessa doença.

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Imunoterapia para câncer de cabeça e pescoço.

Imunoterapia para câncer de cabeça e pescoço.

Vamos conversar um pouco hoje sobre outra novidade apresentada no congresso da sociedade europeia de oncologia ( ESMO). O uso da imunoterapia no câncer de cabeça e pescoço. Entende-se por câncer de cabeça e pescoço aquele que acomete estruturas como a língua, o palato, faringe e laringe.

O câncer de cabeça e pescoço é uma doença agressiva, mutilante que acomete e/ou mata 600 mil pessoas por ano no mundo. Para os pacientes onde a doença volta com menos de 6 meses após usarem quimioterapia a base de platina, quimioterápico clássico para esta doença, as opções de tratamento são escassas e pouco efetivas. A imunoterapia pode ser uma esperança.

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Imunoterapia no tratamento do câncer de pulmão

Imunoterapia no tratamento do câncer de pulmão

 

O tratamento do câncer de pulmão metastático( aqui falaremos do câncer de pulmão não pequenas células) tem como principal objetivo aumentar o tempo de vida e melhorar a qualidade de vida do paciente. As armas terapêuticas até então empregadas são a quimioterapia e as drogas alvo moleculares. Dados recentemente publicados na revista The Lancet mostram que a imunoterapia, estratégia que vem sendo utilizada com sucesso em uma série de tumores, aumentou o tempo de vida de pacientes com diagnóstico de câncer de pulmão.

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O que aconteceu de novo em 2014 no combate ao câncer

O que aconteceu de novo em 2014 no combate ao câncer

As estatísticas do câncer são impressionantes. Segundo a sociedade americana de oncologia, estima-se que, de cada duas pessoas nascidas hoje, uma terá o diagnóstico de câncer durante sua vida. Por sorte, a taxa de mortalidade pela doença caiu 20% em relação ao pico observado em 1991 (pelo menos nos EUA). Existem hoje cerca 14.5 milhões de sobreviventes do câncer nos Estados Unidos.

Felizmente, a cada ano surgem novos avanços no conhecimento, prevenção e tratamento da doença. Vamos fazer uma breve retrospectiva do que ocorreu de mais importante nesse último ano. Começaremos com as drogas aprovadas pela agência regulatória americana (FDA) em 2014:

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